Psicologia Comportamental

Naira Antunes


Psicóloga Comportamental (Adulto e Infantil)

Psicóloga (CRP:06/124201), graduada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Terapeuta Comportamental pela USP. Fez residência multiprofissional na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/IOP/GRAACC), com ênfase na atenção a crianças e adolescentes com câncer e pais/responsáveis. Habilitada ao desempenho profissional na área de psico-oncologia, com competência nesta área de atuação profissional. Especializada também em “Terapia Comportamental e Cognitiva: teoria e aplicação”, pela Universidade de São Paulo (USP). Capacitada a conduzir sessões de Terapia Comportamental para ajudar a pessoa a compreender-se, entender melhor sobre suas atitudes e seu modo de agir, e assim, encontrar caminhos para crescimento pessoal e para atuar de modo diferente e melhor.

A psicoterapia é indicada para todo aquele que estiver insatisfeito com algum aspecto de sua vida (profissional, acadêmica, social, familiar, etc). Para pessoas que precisam tratar algum tipo de transtorno específico (Fobias, Pânico, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Ansiedade Generalizada, Depressão, Transtorno bipolar, Transtorno do Stress pós Traumático, etc.); para pessoas que buscam melhorar/aprofundar o seu autoconhecimento; trabalhar a comunicação interpessoal, ou aprimorar a organização do dia-a-dia.

Em resumo um psicólogo atenderá todo aquele que queira promover uma melhora na qualidade de sua vida, seja em que aspecto for.  Na psicoterapia comportamental, entende-se que as relações e interações do indivíduo com o ambiente, podem estar gerando consequencias que não estão sendo saudáveis/funcionais/prazerosas à ele, sendo fundamentar modificar tais relações.

A pessoa, no entanto, tem papel ativo neste processo de busca por mudanças. Sendo assim, cabe ao Psicólogo fornecer suporte para que seu cliente encontre novos modos de compreender e agir sobre o mundo físico, social e pessoal no qual esteja inserido, de modo a aumentar sua qualidade de vida, ajudando a quebrar os padrões de comportamento que dão origem ao sofrimento.

A terapia comportamental é acima de tudo, um processo de aprendizagem, em que  o cliente se tornará apto a compreender e identificar que aspectos do ambiente estão influenciando o seu comportamento e, a partir daí, ele mesmo poderá avaliar as mudanças necessárias, desenvolver novos comportamentos e, desta forma, obter as conseqüências esperadas.

Psicoterapia Psicanalítica e Fenomenológica

João Paulo N. Janeiro


Psicoterapia Psicanalítica e Fenomenológica (Jovens e Adultos)

Psicólogo graduado pela Universidade de São Paulo (USP). Vinculado ao Laboratório de Estudos em Fenomenologia Existencial e Prática em Psicologia (LEFE) do Instituto de Psicologia da USP onde estagiou como plantonista no Hospital Universitário (HU) e no Plantão Psicológico do Centro Escola do Instituto de Psicologia (CEIP). Atua como plantonista e supervisor no Projeto de Pesquisa Interventiva no Conjunto Residencial da USP (CRUSP: Cartografia clínica enquanto permanente modo de cuidar de ser). Cursando formação em psicanálise no Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP).

Terapeuta Jovem e dinâmico, conduz sessões de psicoterapia de forma sensível e autêntica

A psicoterapia é uma modalidade de atendimento clínico voltada para o amplo leque de questões emocionais. Não é preciso estar doente para fazer terapia. Pois, ela aproxima-se tanto das especificidades dos transtornos psíquicos (Transtorno Obsessivo Compulsivo, Ansiedade Generalizada, Depressão, etc) como também de questões corriqueiras da vida que podem nos levar a sofrimento (questões sociais, problemas amorosos ou profissionais, familiares, etc). Sendo assim, a psicoterapia se dispõe a todo aquele que busca compreender melhor as relações que estabelece com o mundo e consigo mesmo; que busca ajuda para lidar com seus desamparos, seus medos, suas dificuldades, seu sofrimento; que busca encontrar e apropriar-se de um modo autêntico de ser-no-mundo.

A psicoterapia de base psicanalítica dispõe de conceitos que permitem uma visão ampliada acerca dos fenômenos psíquicos; como a ambivalência e a ambiguidade dos afetos, a formação de desejos no âmbito consciente e inconsciente, os mecanismos repressivos de defesa e suas consequências (empobrecimento psíquico, formações sintomáticas, compulsão à repetição, etc). A partir das elaborações analíticas o paciente pode vir a compreender-se melhor bem como buscar, com o auxílio de seu terapêuta, formas mais livres e dinâmicas de se relacionar com o mundo.

A psicoterapia de base fenomenológica dispõe de conceitos que permitem compreender o ser humano (ser-aí) como responsável pelo cuidar-de-ser de sua existência. Lançado no mundo, cabe ao humano fazer de seu ser a sua história, conduzir-se; encontrar um horizonte de sentido para sua vida; apropriar-se da liberdade que lhe é dada para realizar as escolhas que lhe são devidas. Àquele que sente-se perdido em sua existência, o terapêuta oferece a possibilidade de, juntos, buscarem um prumo e um novo horizonte.

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