Psicanálise

João Paulo N. Janeiro


Psicanalista (Jovens e Adultos)

Psicólogo (CRP 06/149930), graduado pela Universidade de São Paulo (USP). Vinculado ao Laboratório de Estudos em Fenomenologia Existencial e Prática em Psicologia (LEFE) do Instituto de Psicologia da USP onde estagiou como plantonista no Hospital Universitário (HU) e no Plantão Psicológico do Centro Escola do Instituto de Psicologia (CEIP). Atua como plantonista e supervisor no Projeto de Pesquisa Interventiva no Conjunto Residencial da USP (CRUSP: Cartografia clínica enquanto permanente modo de cuidar de ser). Cursando formação em psicanálise no Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP).

Terapeuta Jovem e dinâmico, conduz sessões de psicoterapia de forma sensível e autêntica.

A psicoterapia é uma modalidade de atendimento clínico voltada para o amplo leque de questões emocionais. Não é preciso estar doente para fazer terapia. Pois, ela aproxima-se tanto das especificidades dos transtornos psíquicos (Transtorno Obsessivo Compulsivo, Ansiedade Generalizada, Depressão, etc) como também de questões corriqueiras da vida que podem nos levar a sofrimento (questões sociais, problemas amorosos ou profissionais, familiares, etc). Sendo assim, a psicoterapia se dispõe a todo aquele que busca compreender melhor as relações que estabelece com o mundo e consigo mesmo; que busca ajuda para lidar com seus desamparos, seus medos, suas dificuldades, seu sofrimento; que busca encontrar e apropriar-se de um modo autêntico de ser-no-mundo.

A psicoterapia de base psicanalítica dispõe de conceitos que permitem uma visão ampliada acerca dos fenômenos psíquicos; como a ambivalência e a ambiguidade dos afetos, a formação de desejos no âmbito consciente e inconsciente, os mecanismos repressivos de defesa e suas consequências (empobrecimento psíquico, formações sintomáticas, compulsão à repetição, etc). A partir das elaborações analíticas o paciente pode vir a compreender-se melhor bem como buscar, com o auxílio de seu terapêuta, formas mais livres e dinâmicas de se relacionar com o mundo.

A psicoterapia de base fenomenológica dispõe de conceitos que permitem compreender o ser humano (ser-aí) como responsável pelo cuidar-de-ser de sua existência. Lançado no mundo, cabe ao humano fazer de seu ser a sua história, conduzir-se; encontrar um horizonte de sentido para sua vida; apropriar-se da liberdade que lhe é dada para realizar as escolhas que lhe são devidas. Àquele que sente-se perdido em sua existência, o terapêuta oferece a possibilidade de, juntos, buscarem um prumo e um novo horizonte.

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